Ideologia de gênero no contexto soviético e do comunismo histórico
Hoje, algumas ideologias oriundas do comunismo científico têm gerado verdadeiras histerias e distúrbios sociais na atualidade, como a ideologia de gênero, o feminismo e o ateísmo ativista, entre outras questões levadas às massas populares. No entanto, essas pautas não estão evoluindo em debates saudáveis e muito menos são abordadas com verdade e transparência por parte de grandes veículos de comunicação e governos ocidentais. Embora as origens e ligações remontem a alguns séculos passados, na Europa pós-iluminismo, elas passaram por uma ampla evolução na União Soviética.
Muitos dedos de braços diferentes das ramificações comunistas
"Muitos não conhecem todos os braços do comunismo e acreditam que ele seja apenas uma posição política anticapitalista, mas o assunto é ainda mais amplo. O movimento possui vertentes científicas que pregavam que homens e mulheres são gêneros, e não 'homem' e 'mulher', e também que a religião deve ser padronizada e unificada, sendo regulada através do Estado — sendo este o comunismo ecumênico, que, para muitos, a longo prazo, se resume a um ateísmo universal e ao culto ao Estado.
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| União Soviética e China, juntas expandindo o comunismo |
Essas são apenas algumas vertentes desse sistema político venenoso, autoritário e ditatorial. Hoje abordaremos a ideologia de gênero, que está diretamente ligada ao comunismo científico.
Um experimento genocida na Rússia Soviética
Para entendermos o contexto atual, precisamos retornar ao passado. No século XIX, Karl Marx criou várias teorias filosóficas e políticas. Embora seja verdade que muitos desses pensamentos marxistas também tenham sido difundidos na Revolução Francesa, foi Marx que fez o comunismo, como conhecemos hoje, ganhar padrão e teor acadêmico. Suas teorias, entretanto, não foram bem vistas pelos governos europeus no século XIX, mas, ainda assim, fizeram muitos seguidores que, graças a suas mensagens populistas, chamaram a atenção de grupos de trabalhadores.
O movimento ganhou muita força na Rússia czarista que, devido ao enfrentamento de uma dura guerra civil no fim do século XIX e início do século passado, gerou fome e revolta na população civil. A situação piorou muito quando o imperador da Rússia decidiu lutar na Primeira Guerra Mundial, em um momento em que os russos nem sequer estavam recuperados das inúmeras guerras de que tinham participado. Dessa forma, Vladimir Ilyich Ulyanov, também conhecido pelo pseudônimo de Lênin, ganhou força entre os russos, pregando o fim da guerra contra a Alemanha e prometendo comida, terra e paz, o que soava muito bom para os cidadãos cansados do conflito.
Após alguns anos de uma nova guerra civil entre o Exército Vermelho russo (comunista) e o Exército Branco (monarquista), houve a vitória dos vermelhos, o que resultou no nascimento da República Socialista Soviética. Isso era inédito em todo o mundo, pois até então ninguém tinha visto o comunismo governando em nenhum país, e a Rússia seria o teste dessa ideologia política autoritária, com controle absoluto do Estado sobre a religião, os meios de produção e até mesmo sobre todas as opiniões e informações recebidas pela sociedade.
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Genocídios, ataques às liberdades religiosas e até mesmo à família tradicional.
Muitos desastres foram vistos nos tempos da União Soviética, como o Holodomor ucraniano, que resultou na morte de quase dez milhões de pessoas por fome, por conta do confisco de terras e até mesmo de comida, promovido por Stalin.
Outro desastre que causou transtornos nas famílias e cidades soviéticas foi a ideologia de gênero, iniciada no começo dos anos 1920, com a discussão e as tentativas de impor termos neutros para a sexualidade, a fim de abraçar minorias.
O pensamento soviético parte da premissa de que o Estado está no controle da vida das pessoas e que todos trabalham para ele. Como homens e mulheres deveriam ser iguais, as ideias tradicionais de "homem" e "mulher" não teriam futuro; o que deveria existir eram pessoas trabalhando em prol do Estado marxista. Assim, a reprodução só ocorria com o consentimento do governo, e o sexo não era visto sob a ótica do amor ou da família, mas como algo utilitário, restrito à execução de um dever — cenário denunciado no livro 1984, de George Orwell. Para alcançar um nível como esse, os soviéticos sabiam que não poderiam agir de forma apressada: antes, precisavam destruir a visão existente de religião, família, raça e cultura. Durante décadas tentaram, mas, embora tenham atingido muita gente, falharam em impor esse modelo a diversos países e culturas.
A própria sociedade soviética não abandonou suas origens e sua fé no cristianismo — a Igreja Ortodoxa Russa é forte no país, e hoje seus principais governantes são conservadores. No entanto, aqueles que tentaram implementar essas ideias na Rússia hoje estão espalhados por toda a Europa, América Latina e outros cantos do mundo, apoiados por grandes empresas globalistas, como bancos, redes de TV e jornais, e encabeçados e orquestrados pela maçonaria e pelo Grupo Bilderberg.
A União Soviética caiu, mas suas ideologias se espalharam
Por mais que o mundo tenha visto o nascimento e a trajetória da União Soviética, bem como todos os genocídios e atrocidades cometidos por esse regime ditatorial, ele não viu suas ideias morrerem. Hoje, partidos políticos sob a bandeira comunista evoluíram e se adaptaram à realidade atual por meio de visões progressistas e do chamado "socialismo de mercado". Políticos, ONGs e grupos ativistas com pensamentos oriundos da União Soviética derrubam aos poucos a cultura e a identidade dos países ocidentais. Vemos gradualmente todas aquelas ideias de comunismo científico, como a ideologia de gênero, invadindo escolas, cinemas e mídias, e efetuando uma lavagem cerebral em nossas crianças, que, a partir de sua primeira década de vida, já são bombardeadas por aspectos progressistas e liberais de uma forma que foge de qualquer aprendizado seguro para jovens e adolescentes. Assim, em poucas décadas, o que eram minorias passa a assumir um controle ditatorial em nome de um suposto politicamente correto.
Considere assistir a esta matéria da Sputnik, um jornal russo que aborda a temática, sendo uma ótima introdução às novas abordagens sobre a família.
Precisamos manter o alerta sobre o tema, as pessoas precisam se conscientizar e entender o risco do comunismo, em especial o comunismo cientifico, sintam-se livres para recomendar temas e dar opiniões nos comentários, e nos siga em nossas redes sociais.
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Isso é homofobia cara, vai se tratar fanaticoo!
ResponderExcluirEssas verdades poucos tem falado, mas não podemos aceitar ensinamentos contra as escrituras e essas ideologias humanas, q não provém de Deus. Como diz Paulo não vos conformeis com esse mundo, romanos 12:2,.
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